quarta-feira, 14 de maio de 2008

Continuidade

Sempre tive problemas em continuar as coisas, desde que me lembro de qualquer coisa que houvesse necessidade de continuar. Não continuei meu curso de inglês, havia a desculpa de ser chato, d'eu não precisar daquilo pra mais nada, de ser só um diploma. Não continuei a UFRJ, era muita burocracia, eu nao queria atuar naquela profissão, era muito novo pra decidir. Não continuei várias relações, cansava das pessoas, cansava de quem eu era com aquelas pessoas, tinha preguiça de estar presente. A lista é extensa, mas não vou continuá-la também. Nessa eu pelo menos dei um fim.

4 comentários:

Cinthya disse...

Ah, dar um fim nas coisas é bom! Eu pelo menos, quando termino o que começo, e isso acontece quase sempre, me sinto com uma pequena sensação de vitória ou de dever cumprido.
Pense nisso...

Beijos

Louise disse...

Sabe que tudo na vida é relativo. Verdade é que as coisas, tal como o futebol, acabam quando terminam. Ou seja, acabam quando decidimos que elas chegaram ao fim. Porque se vc for ver bem, qualquer coisa pode ser extendida até quase para sempre. Mal é quando elas pendem. Depois, lembrando bem de Casper, a gente morre e não deixa de ser fantasma enquanto não temina a faculdade......................

desculpa, hoje estou mais idiota (ainda) que o habitual...

Grivicich disse...

Huahuahauahauhauahauahauhauahauahua!
Você sabe bem que eu também sei.

Vc está com preguiça em relação a mim? Nem avisou que voltou a atualizar o blog!!!

Mas uam coisa você sabe em relação a isso que eu não sei. Mas ainda saberei, e nesse dia talvez eu te ache sem graça :P
(pelo menos um pouquinho)

Olgirl disse...

É você esta certo a nórdica é muito mais legal =D

Quem sou eu

Minha foto
Eu sou cheio de desejos, que me levam pra várias direções; e como um Menino Maluquinho gostaria de poder abraçar o mundo com as pernas na tentativa de saciá-los. Extremamente vaidoso, principalmente com meu intelecto e minha capacidade de aprender coisas novas. Urbano demais, filho do barulho e do ar da cidade, do excesso de informação e das cores da pólis. Articulado com as palavras em vários momentos, mas receoso do quanto elas me expõem muitas vezes. Susceptível a elogios e a beleza, em várias expressões. Apaixonado pelas artes, tanto que gostaria de ser muito hábil em alguma delas para agir como uma segunda voz. Uma colcha de retalhos de idéias, conceitos, memórias, projeções e outras abstrações, sonhador, curioso... bem curioso, eu diria. Oscilo entre pessoas e lugares com certa facilidade. À medida que amadureço vou adotando algumas certezas e algumas regularidades que me eram sufocantes. Adoro cantar. Sou do tipo que sente mais saudade quando reencontra do que quando está longe. Amo água. Detesto a maioria dos esportes. Sou bicho de bando e viajaria sempre se possível. Dentre tantos que abrigo, isso é parte de mim.